Osman Lins nasceu em Vitória de Santo Antão, em 1924. Desenvolveu uma das mais importantes obras da moderna ficção brasileira, em que são destaques "Nove, novena" (1966), "Avalovara" (1973) e "A rainha dos cárceres da Grécia" (1976). Também se dedicou ao ensaio, ao relato de viagem e ao teatro — sua obra "Lisbela e o prisioneiro" (1964) ganhou uma adaptação fílmica, com direção de Guel Arraes. No campo do ensaísmo especificamente, foi autor de "Um mundo estagnado" (1966) e de "Lima Barreto e o espaço romanesco" (1976). Faleceu em 1978.
